A mulher brasileira tem lutado ao longo de toda nossa história, para conseguir seu espaço, mesmo vivendo numa sociedade paternalista, preconceituosa e discriminatória.
Mulheres na luta contra a violência e pela emancipação
No período colonial, a mulher era tida como uma propriedade (assim como os escravos). Primeiro propriedade do pai, que arranjava o casamento da filha, como se fosse uma transação comercial; e depois do marido, que esperava que a esposa fosse uma boa dona-de-casa, boa parideira e mãe, sendo-lhe dispensável conhecimento e cultura, para que a mesma não contestasse a condição de submissão exigida por ele. Uma das grandes conquistas femininas da história do Brasil é o direito de votar, pois até 1932 era prerrogativa apenas dos homens. Como símbolo desta conquista destaca-se Carlota Queiroz, a primeira Parlamentar eleita em 1935. Outra vitória deu-se com a criação da lei do divórcio, representando para muitas mulheres sua ?carta de alforria?, pois a partir daí, estavam livres para reescreverem sua história, agora como senhoras de seus destinos. Deve-se observar que apesar de consideráveis mudanças comportamentais da sociedade, ainda prevalece os costumes machistas e discriminatórios. Pais e mães são responsáveis pela educação de seus filhos, podendo influenciar positiva ou negativamente. Com pequenas iniciativas, como por exemplo, ensinar que os trabalhos domésticos são responsabilidade de todos, e mostrar que homens e mulheres são iguais em direitos, independente de raça e credo, pode fazer sua parte para uma sociedade melhor. No campo do trabalho, houve muitos avanços, principalmente com a criação de leis de proteção e incentivo ao trabalho da mulher. Entretanto, restam muitas barreiras a serem derrubadas. Mulheres que exercem os mesmos cargos de homens ganham menos e suas qualificações são pouco reconhecidas, pois seus salários são vistos como complemento na renda familiar. E para chegar a um cargo de chefia é exigida muito mais do que um homem. A mulher enfrenta muitas dificuldades no ingresso ao mercado de trabalho, uma vez que, além da qualificação técnica, ainda exigem beleza (transcrita nos anúncios de emprego como ?Boa aparência?). Apesar de todos esses problemas enfrentados pelas mulheres, hoje passamos por uma revolução silenciosa, que pode ser vista nas faculdades. Em todos os cursos de graduação, especialização, doutorado e pós-doutorado, têm uma predominância do sexo feminino. As mulheres além de ser maioria, são também as mais assíduas, pontuais e muito mais disciplinadas para estudar. Se as coisas continuarem assim, certamente teremos um futuro de muitas conquistas e vitórias para ambos os sexos.
No período colonial, a mulher era tida como uma propriedade (assim como os escravos). Primeiro propriedade do pai, que arranjava o casamento da filha, como se fosse uma transação comercial; e depois do marido, que esperava que a esposa fosse uma boa dona-de-casa, boa parideira e mãe, sendo-lhe dispensável conhecimento e cultura, para que a mesma não contestasse a condição de submissão exigida por ele. Uma das grandes conquistas femininas da história do Brasil é o direito de votar, pois até 1932 era prerrogativa apenas dos homens. Como símbolo desta conquista destaca-se Carlota Queiroz, a primeira Parlamentar eleita em 1935. Outra vitória deu-se com a criação da lei do divórcio, representando para muitas mulheres sua ?carta de alforria?, pois a partir daí, estavam livres para reescreverem sua história, agora como senhoras de seus destinos. Deve-se observar que apesar de consideráveis mudanças comportamentais da sociedade, ainda prevalece os costumes machistas e discriminatórios. Pais e mães são responsáveis pela educação de seus filhos, podendo influenciar positiva ou negativamente. Com pequenas iniciativas, como por exemplo, ensinar que os trabalhos domésticos são responsabilidade de todos, e mostrar que homens e mulheres são iguais em direitos, independente de raça e credo, pode fazer sua parte para uma sociedade melhor. No campo do trabalho, houve muitos avanços, principalmente com a criação de leis de proteção e incentivo ao trabalho da mulher. Entretanto, restam muitas barreiras a serem derrubadas. Mulheres que exercem os mesmos cargos de homens ganham menos e suas qualificações são pouco reconhecidas, pois seus salários são vistos como complemento na renda familiar. E para chegar a um cargo de chefia é exigida muito mais do que um homem. A mulher enfrenta muitas dificuldades no ingresso ao mercado de trabalho, uma vez que, além da qualificação técnica, ainda exigem beleza (transcrita nos anúncios de emprego como ?Boa aparência?). Apesar de todos esses problemas enfrentados pelas mulheres, hoje passamos por uma revolução silenciosa, que pode ser vista nas faculdades. Em todos os cursos de graduação, especialização, doutorado e pós-doutorado, têm uma predominância do sexo feminino. As mulheres além de ser maioria, são também as mais assíduas, pontuais e muito mais disciplinadas para estudar. Se as coisas continuarem assim, certamente teremos um futuro de muitas conquistas e vitórias para ambos os sexos.
Toda Mulher deveria queimar a Bíblia
Ideologias à parte, toda mulher deveria condenar e queimar tudo o que se refere a este tradicionalismo cristão, que sempre relegou a mulher a um papel subserviente e ordinário. Desde a fábula idiota da criação, quando a mulher é originada da costela do homem até as mais profundas "lições" que a merda da Bíblia nos "ensina", tudo o que se nota neste cristianismo imbecil é o comando da degradação e rebaixamento da mulher. Certas bastartas ainda mantém Blogs cristãos na Internet, criticando o ateísmo e o marxismo, como se abolir a fé das pessoas não fosse a obrigação de qualquer líder que não deseja massas alienadas. Uma mulher ter fé cristá, seja lá evangélica, protestante, católica ou o diabo-a-quatro, é assumir um papel de absoluta alienação.
foi um grande avanço...
...mas ainda há muito a enfrentar. A imagem passada da mulher através da mídia contribui para esse machismo. São retratadas apenas em novelas, programas de auditório, etc. como superficiais e alienadas. Há uma supervalorização do corpo e da beleza e isso praticamente transforma a mulher em um objeto. Suas idéias sobre política, economia, cultura,etc. quase nunca são ouvidas, motivo de sua invisibilidade. E concordo com o companheiro de cima, a maioria das religiões é mesmo muito machista, tratam as mulheres como submissas e sem idéias próprias.
Ideologias à parte, toda mulher deveria condenar e queimar tudo o que se refere a este tradicionalismo cristão, que sempre relegou a mulher a um papel subserviente e ordinário. Desde a fábula idiota da criação, quando a mulher é originada da costela do homem até as mais profundas "lições" que a merda da Bíblia nos "ensina", tudo o que se nota neste cristianismo imbecil é o comando da degradação e rebaixamento da mulher. Certas bastartas ainda mantém Blogs cristãos na Internet, criticando o ateísmo e o marxismo, como se abolir a fé das pessoas não fosse a obrigação de qualquer líder que não deseja massas alienadas. Uma mulher ter fé cristá, seja lá evangélica, protestante, católica ou o diabo-a-quatro, é assumir um papel de absoluta alienação.
foi um grande avanço...
...mas ainda há muito a enfrentar. A imagem passada da mulher através da mídia contribui para esse machismo. São retratadas apenas em novelas, programas de auditório, etc. como superficiais e alienadas. Há uma supervalorização do corpo e da beleza e isso praticamente transforma a mulher em um objeto. Suas idéias sobre política, economia, cultura,etc. quase nunca são ouvidas, motivo de sua invisibilidade. E concordo com o companheiro de cima, a maioria das religiões é mesmo muito machista, tratam as mulheres como submissas e sem idéias próprias.

2 comentários:
bom texto , camarada..
Já tivemos grandes avanços, mas a ideologia machista e a opressão estão presentes. Lutemos!
ueheuheuehu
chegandow aew dia das mulheres né?
e esse fim de semana fale um pouco com algumas camaradas sobre dia.
e chegamos a varias conclusões.
dps explicow aew...
:)))
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